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sexta-feira, outubro 29, 2004

Coincidências... 

Precisamente no dia em que Astérix faz 45 anos de existência é assinada, em Roma (cidade daqueles que os destemidos gauleses massacravam), a 1ª Constituição Europeia...

quinta-feira, outubro 28, 2004

Força, Costinha! 

Votos de rápidas melhoras ao Ministro do meio-campo do F.C. Porto!

Contradições... 

O preço do petróleo caiu, ontem, cerca de dois dólares por barril, tudo porque o departamento de energia do Governo norte-americano anunciou que os stocks de crude tinham aumentado quatro milhões de barris, notícia que aliviou o mercado.
Hoje, por cá, a Galp anunciou o aumento dos combustíveis...

Areia na engrenagem 

Há muita neblina em torno do «caso Marcelo». Marcelo Rebelo de Sousa diz que foi pressionado, mas Paes do Amaral nega essas pressões. Não era necessário o professor ter vindo dizer isto ontem, porque já se adivinhava que assim procederia.
O professor, porém, utilizou a palavra "obstáculo" por algumas vezes, para caracterizar alguma da areia existente na engrenagem de toda esta situação. Essa areia dará pelo nome de Paes do Amaral, alguém que é pago para dirigir a empresa Media Capital, mas que não é possuidor de qualquer acção. É representante. Ganha um ordenado para tal. O "obstáculo" tem de sair, dá Marcelo o mote.
E neste jogo de gato e rato, a certeza de não haver mais ninguém para testemunhar aquilo que se passou deixa a situação empatada. Aquilo que temos são declarações de ambas as partes, que são contraditórias, e sem que tivessem sido prestadas perante testemunhas. Portanto, para já, nada há. Para haver desenvolvimento, os contendores terão de começar a jogar os seus trunfos escondidos. RTL e PT podem ser siglas importantes. Mas isto sou eu a falar, que vejo as coisas por fora...

quarta-feira, outubro 27, 2004

A complexidade do sistema português 

Nos EUA:
- És pelo Bush ou pelo Kerry?

Num pequeno território banhado pelo Atlântico:
- És pelo Marcelo, pelo Paes, pelo Gomes da Silva, pelo Saraiva do «Expresso» ou pelo Cavaco?

terça-feira, outubro 26, 2004

A má lingua 

Clara Ferreira Alves não aceitou a direcção do «DN», por "não ver garantias de isenção por parte do Estado"... Cheira-me a excesso de leitura romântica!

First anniversary 

Happy Birthday, Elsinore!

segunda-feira, outubro 25, 2004

'Che' 

Ontem fui ao cinema ver o 'Motorcycle Diaries' ou numa tradução bem portuguesa, o 'Diários de Che Guevara' e... gostei! Gostei sobretudo da crítica social e da história inerente à estória. A vontade de fazer uma visita à latina América do Sul, ficou mais forte.

P.S. Registo para duas frases em que «nuestros hermanos» são brindados:
"Os Incas tinham a inteligência, os espanhóis a pólvora"
&
(apontando para uma parede de rocha firme e outra de pedras, um jovem explica) "Esta foi feita pelos Incas aquela pelos incapazes" (referindo-se aos espanhóis).

Brisa de mau cheiro 

É uma vergonha o que se passa nas auto-estradas de Portugal e ninguém reclama...
Fui pela A1, de Lisboa a Santarém, e encontrei metade do caminho (ou será mais de metade?) em obras de beneficiação. Resultado: as duas faixas de rodagem, em ambos os sentidos, encontram-se mais estreitos, sem berma e, com constantes curvas e curvinhas para desviar de qualquer coisa que não se entende a olho nu.
A vergonha a que me refiro consiste em, quando uma auto-estrada se encontra em obras de beneficiação, esta continuar a ser paga. Acho injusto, desleal e, sobretudo, usurpador. Senti-me roubado, juro que senti. Querer andar (por isso é que pago para, pelo menos, ir a 120km/h e não aos 80 km/h ou 60 km/h que as placas de obra me indicam, consoante o sítio) e não poder, neste caso, é o mesmo que ter um produto fora do prazo de validade à venda. É o mesmo que, eu pagar por um bem e ele estar danificado. É o mesmo que, eu pagar um bilhete de avião em classe executiva e ter de viajar em turística.
Em suma, é uma Brisa de ar de muito mau cheiro!

sexta-feira, outubro 22, 2004

Prender o cão com linguiça 

É curioso ver os fulanos do PS criticarem o fecho, por precaução, do túnel de comboios no Rossio...
Recordo-me agora que, são eles os responsáveis por aquela bela bosta (perdoem-me a linguagem), vulgo túnel de Metro, que está no Terreiro do Paço. Acho que também não erro se disser que foram eles, por falta de fiscalização, que deixaram cair a ponte de Entre-os-Rios...
Acho que os socialistas andam a prender o cão com linguiça!...

Fidel(ização) de condutas 

Ó Miguel,
Só entendo a tua teimosia, pela assumida circunstância de gostares mais do teu FCPorto, que de Futebol...
Quanto ao meu mau perder, sugiro que leias melhor o que vou escrevendo...

quinta-feira, outubro 21, 2004

Ilusões 

Além de ilusões de óptica (caso do golo), também há ilusões de ouvido, senão veja-se:
"Fidel, caiu!", disseram os noticiários. A tristeza vem depois, ao saber-se que foi só ao chão...

Olha o cotovelo... 

Sem querer tornar o Bar nos 'Donos da Bola', digo-te que prova mais a dita empresa que a bola não entrou, do que tu provas que ela entrou!
Por outro lado, se não dás credibilidade à imagem por, dizes, ser necessário uma deslocação "ao estádio para efectuar as normais medições do terreno de jogo, posição da câmara, distâncias, etc...", então parece-me a mim que o árbitro do jogo teria de ser uma espécie de super-herói, para afiançar correctamente aquilo que se passou. Quer-me parecer que, depois de teres visto as imagens e a respectiva marcação informática (bola dentro a branco, bola fora a azul), estás a acusar uma empresa idónea e sem quaisquer relações clubistas, apenas por mau perder...

Tenham juízo! 

Caro Miguel,
Assim tornas a tarefa benfiquista facilitada...
Estranho a credibilidade demonstrada por aquelas imagens...
Faz parecer necessária a existência de uma justificação para o sucedido... a qualquer custo...!
Mas se o caso é para seriedade, vamos a isso.
Nisto do futebolês, umas vezes sai-se prejudicado, outras beneficiado, todos sabemos.
Aferir-se daí que os resultados são forjados, deliberada e premeditadamente, invariavelmente entre a equipa vencedora e o grupo de arbitragem, soa a mau perder - todos, os que não estão nas trevas da intelectualidade, o sabem!
A demonstração constante do ficheiro anexo à tua mensagem não tem qualquer fundo de verdade!
É que, para que se pudesse falar em rigor, a empresa ter-se-ia de deslocar ao estádio para efectuar as normais medições do terreno de jogo, posição da câmara, distâncias, etc... O QUE, JÁ SE CONFIRMOU, NÃO ACONTECEU!
Fica a faltar a explicação pseudo-científica para as verificadas faltas na grande área, que, para os que já pisaram aqueles terrenos, sabem terem existido.
Quanto ao mais, nada de novo!

Para calar todos os que viram um fantasma! 

«Para quem tinha dúvidas: Não entrou!
Uma empresa europeia (isenta) dedicou-se a analisar aquilo que a maioria ruidosa dos portugueses já tinha sentenciado no golpe de vista do sofá. Enganaram-se todos. É que, ao que parece, a bola não entrou mesmo. Chega de declarações de fé, é simples, vão ver e depois falamos. A prova está aqui (ficheiro para download 2-3 minutos em www.sinelimite-europe.com/doc/Benf-Port.wmv). Agora, com revigorada certeza, posso reiterar o que escrevi após a partida. Deste jogo fica-nos, acima de tudo, uma defesa abismal em que a genialidade de um senhor guarda-redes aparece a dizer não aos sortilégios do futebol. Seu nome: Vítor Baía.»

(via Avatares de Um Desejo)

Boa, Pedro 

Eheheh, estes meus Amigos que aproveitam a Champions League (algo de que já nem se lembram, até porque um clubezeco da Bélgica não deixou) para se desforrar mentalmente...
Mas tiveste piada. Obrigado pela gargalhada que me proporcionaste logo pela manhã!

Ooops 

A equipa era, com pequenas modificações, a mesma.
Mudou o "Referee"!

quarta-feira, outubro 20, 2004

Constatação de quebra 

O F.C. Porto que está a jogar em Paris, não é o mesmo que jogou na Luz. Falta-lhe alma e, sobretudo, entendimento defensivo. E pensar que, no ano passado, os franceses até tremiam só de pensar em calhar connosco...

terça-feira, outubro 19, 2004

Momento de tranquilidade 

Lembrei-me agora daquelas manhãs de domingo, que começam geralmente tarde... Lembrei-me que, ainda anteontem se esteve tão bem, durante o almoço, a contemplar o mar...


Como é que é? 

Os vices do PSD, Nuno Morais Sarmento e Rui Rio, não estão entre os 750 delegados eleitos ao Congresso do seu partido!?

A defesa do ano 

Curiosa e ironicamente, Vitor Baía esteve, na mesma jogada, no maior frango e na melhor defesa dos últimos tempos. O primeiro fez lembrar o Ricardo, já o segundo só mesmo Baia para defender uma bola que, supostamente, já era golo. Mas como a bola bate no risco e sobe, só supostamente é que a bola terá entrado. Por isso mesmo é que, volto a reafirmar, a consolação de bater nas redes é meio caminho andado para ser assinalado golo. Casos há em que assim não foi - estou a lembrar-me do V. Guimarães-F.C. Porto onde três golos foram marcados pelos azuis-e-brancos e só o último subiu ao placard. Esse último só garantiu a vitória, talvez por vergonha de anular três que entraram e tocaram mesmo nas redes!...

segunda-feira, outubro 18, 2004

Ressabiados 

Talvez pela primeira vez na história do futebol nacional, europeu e, quiçá, mundial, numa conferência de imprensa, após um jogo, se ouviu falar de, quem era casado com quem, como se chama a esposa do presidente do clube adversário e, qual a graça da sua filha. Ficou apenas por saber, a data do casório e, as respectivas datas de aniversário para a coisa ficar completa.
Resta a consolação de termos metido uma bola no fundo das redes e eles não.

Sem surpresas 

Afinal não houve surpresa nas eleições regionais. Alberto João Jardim ganhou na Madeira - mais uma vitória esmagadora - e Carlos César, nos Açores acabou por conseguir vencer. Não se repetiu "Lisboa", mas o facto é que o medo não deixou de rondar a candidatura de Carlos César que, até à contagem dos votos, temia por uma reviravolta. Acabou por suceder o desfecho normal.
Deste modo, a semana vai decorrer sem o binómio causístico riso/socialista - como havia prometido, caso o desfecho fosse outro.

sexta-feira, outubro 15, 2004

Açores à moda de Lisboa 

Fontes bem informadas garantem-me que, o fenómeno que se passou nas últimas eleições autárquicas em Lisboa, pode estar perto de se repetir nas eleições regionais dos Açores. Ou seja, o candidato do PS, Carlos César, tal qual João Soares em Lisboa, era dado como vencedor certo, por uma larga margem, ao início da campanha. Durante a mesma, começou a ver-se que afinal a coisa não era assim tão clara e, que o candidato do PS estava perto, percentualmente, do candidato do PSD. No fim, quem venceu em Lisboa foi o candidato do PSD, Santana Lopes. Nos Açores, esse fenómeno pode ocorrer também. A acontecer, acho que vou passar a semana toda a rir, de cada vez que vir um adepto socialista.

quinta-feira, outubro 14, 2004

1008 + 992 = 2000 

Os Super-Dragões conseguiram 2000 bilhetes para o jogo de domingo na Luz. O orelhudo já pode pôr os 1008 no... seguro. Pode ser que ardam...

Dar baile! 

Carlos Carvalhas, hoje na Assembleia da República, pediu a demissão do Primeiro-ministro, Santana Lopes.
A resposta de Santana foi lacónica:
«Senhor deputado, eu compreendo que não se queira ir embora sozinho...»

Os 7-1 

Ontem de Portugal à Russia. Hoje de Santana Lopes à esquerda parlamentar. O golo da oposição foi de Louçã.

quarta-feira, outubro 13, 2004

Jardim pede abstenção(!) em Porto Santo 

«Se não querem votar em mim, não votem, mas também não votem contra mim. É isso que eu lhes peço!»
É que, diz-nos a história, Porto Santo é o concelho madeirense onde o PS se consegue aproximar mais do PSD, em termos percentuais.

O incendiário vermelho 

Como é possível haver paz no futebol quando, o energúmeno que enriqueceu à custa de pneus queimados, continua a incendiar as coisas para ver se ganha?

terça-feira, outubro 12, 2004

O triunfo dos porcos 

O que escrevo não afasta a ideia, que ainda mantenho, de que as instituições continuam a funcionar regularmente...

Se bem me lembro 

Pedro, apenas um reparo na tua cronologia. Eu, antes de Marcelo, colocava Marques Mendes (obviamente com menor impacto público)... Se bem me lembro, Gomes da Silva tomou-lhe o lugar neste Governo... e, isso fez dele um acérrimo opositor da nomeação de Santana, sendo, à ocasião da referida nomeação, bastante incomodativo.
Embora, a partir de agora, esteja aberto um grave precedente. Arriscamo-nos a ver, diariamente, pessoas virem a público alertar para o facto de, alguém neste Governo ter mandado calar outrem em qualquer ocasião. Dias Ferreira reporta-se à data de 1995!...
Já que se fala nisso, estou a lembrar-me daquele professor de Sociologia Política que me mandou calar em 1998...

Mais do mesmo 

Primeiro Marcelo.
Depois Cavaco.
Seguiu-lhe Marques Mendes.
Agora é Dias Ferreira com memória de passarinho...!
Santana não se dá muito bem com os seus pares...

segunda-feira, outubro 11, 2004

Castelos na areia 

Algo que torna este blog diferente dos outros é o facto de, os que aqui escrevem não se pautarem pelo mesmo teor de opinião e/ou influência partidária. Com isto acho que arrumo os 'fervorosos' da liberdade de expressão. Aqui há para dar e vender.
Acho que a vida, como a política, não se pode alimentar de medidas drásticas e corrosivas com impacto social chocante, para o agrado de oposições. Gomes da Silva agiu mal, há que o ajudar a agir melhor. Caso contrário chegava-se a uma política do 'falha e deita fora' que nenhum país suportaria.
Para rematar - sem intenção de fazer o golo da jornada - digo-te apenas, Amigo Pedro, que só se edificam castelos quando há algo para defender e, aqui, claramente, o Marcelo cerne da nossa questão, ao não conseguir construir um castelo por si próprio, tentou usurpar outro que se pôs a jeito. Ele só sabia brincar na areia...

Falta de imparcialidade vermelha 

Sim, porque é usual perder-se pontos com o Liechtenstein, e isso não merece ser a principal notícia de capa...

Atropelos 

Nem a razão nem a oportunidade...
Parece que o Amigo Miguel está a tentar levar a água ao seu moínho...
Não entendo a política como estática, já o disse. Nem niilista, digo-o agora!
Parece-me (simpatizante de deteminada família política) que, tal como na vida, na política não existe lugar para, em face da crítica, esconder a cabeça na areia. Devemos aprender com ela, contraditando-a com a "nossa razão" e, acima de tudo, concebê-las como naturais.
Esta é uma inevitabilidade do "ser político" que, sendo o caso, sempre pode fazer ouvir a sua voz na defesa dos interesses da nação, pois que é essa a sua razão de ser.
Alimentar melodramas na vida política nacional não abona ao "desempenho fiel das funções investidas".
Santana alimentou um desses dramas quando não demitiu Gomes da Silva, algo que penso que também concordas, pela leitura que faço de um dos teus "artigos".
Os governos distinguem-se pelo que fazem, e não pelo que deles dizem fazer. É a obra que nasce e que fica. Ao povo cumpre, olhando para trás, decidir o que entende melhor para si.
Não será pela discordância aqui manifestada que fará qualquer um de nós titular da "Razão Suprema". É esta a ideia que se tem apoderado de alguns espíritos e que urge ser combatida...
É, enfim, a liberdade de opinião.

Ámen 

Há de facto coisas que só se entendem quando se está disponível para. De onde vem o direito ao contraditório, penso eu que, todos sabemos há muito tempo. Mais não seja por vermos filmes de cinema, caso nunca se tenha entrado num Tribunal.
O falar-se agora desse direito provem, em primeira instância, de um elemento da direita governativa, é certo. Referi eu que, sendo Santana a falar, esse direito é facilmente concedido à esquerda. Em oposição. Quando Marcelo o fazia, tomando lugar de esquerda, a direita só ouvia. Chamar-lhe-ei, se quisermos ir por termos jurídicos, depoimento de acusação.
Por outro lado, os Governos não são sociedades fechadas, obviamente, mas também não são niilistas ao ponto de ignorarem ataques constantes e classificá-los como "não sendo nada".
Além disso, o deixar dizer mal e ficar calado também é, parece-me a mim, um modo de perder eleições nas urnas!

Eu, ao contrário de outros, defendo, acima do gosto pelo futebol, o fascínio pelo meu F.C. Porto! Todavia, esta postura não me torna menos capaz de perceber a razão.

Aleluia 

O direito ao contraditório foi importado do processo penal, e readaptado ao direito da comunicação social... Adiante.
Segundo me lembro, a primeira vez que ouvi falar do referido direito, ou do impedimento da sua efectivação, foi da parte de uma personalidade do Governo... Exterior à esquerda, presumo!
Até porque, a entender-se a crítica como exclusiva da oposição, soa um pouco a autismo. E, os partidos, tal como as sociedades, os governos, etc., devem voltar-se para o exterior e ouvir o que todos têm a dizer sobre todos os assuntos.
Ao contrário, ao fechar-se sobre si mesma, uma qualquer comunidade apenas promove a sua própria exclusão do "mundo" em que se insere.
Não nos esqueçamos que os governos, tal como as leis, devem servir os anseios e expectativas das suas populações - os também eleitores. Alhear-se dessa realidade é um erro que se paga nas urnas...

Quanto a mim, mais do que do meu Benfica, gosto de futebol!

P.S. Conhecemos alguns causídicos que podiam falar da quantidade de pleitos, tanto com decisões transitadas em julgado como pendentes, com génese no direito da comunicação social, em todas as vertentes em que se projecta... Daí que, a questão da novidade do tema tenha de improceder.

O direito ao contraditório 

De tempos a tempos surgem termos que entram de imediato numa grande percentagem de conversas. Direito ao contraditório... Alguém mencionava isso? Mas descanso-te, Pedro. Claro que, depois de Santana falar, esse direito estará assegurado, basta seres de esquerda ou mostrares-te de oposição, dizendo mal do Governo!...

Trapalhadas 

Santana emite hoje uma declaração ao país.
Estará assegurado o direito ao contraditório?

sexta-feira, outubro 08, 2004

Marcelo já foi, Paes do Amaral quer ir... 

Belém, e os seus jardins, sempre foi aproveitado por muitos, para um passeio dominical.
Entrar no Palácio de Belém, residência oficial do Presidente da República, era coisa só para alguns.
Agora, nos dias que correm, entrar no Palácio de Belém parece estar a tornar-se uma moda. Todos vão, num autêntico corrupio, dizer a Sampaio - qual criança a quem se aponta o dedo - "não fui eu, foi ele".

quinta-feira, outubro 07, 2004

Without words 


O momento de Marcelo 

O erro.
Agiu mal Gomes da Silva ao criticar Marcelo. Este sentiu o toque e deixou-se cair na grande área, tal qual João Pinto fazia na área adversária do Sporting. Jardel marcaria a grande penalidade e, muito possivelmente, daria golo. O golo aqui é a Presidência da República. Marcelo põe-se em bicos-de-pé para ganhar aqui a notoriedade que necessitava. Ainda mais. Jornais, rádios, televisões, todos abrem com Marcelo. Vai a Belém falar com Sampaio e apresta-se para sair em ombros. Porquê? O povo marcou o golo que ele forçou. Mas o curioso, em toda esta questão, é que o adversário se virou para Marcelo e aplaudiu o seu provocar de penalty. Aqueles que outrora o apupavam, viram-se agora para o professor aplaudindo-o.

A vitimização.
Obviamente que Marcelo não cederia por este episódio. Marcelo sempre foi forte, tal como o é hoje, mas esconde-o. Marcelo não cai assim. Apetece-lhe, dá-lhe jeito. Há uma tentativa de auto-vitimização perante a sociedade. Isto parece-me evidente! Marcelo encontra nesta situação o molde ideal para se chegar à esquerda, ganhando apoio de pessoas que outrora o repudiavam. A esquerda tem destas coisas, é influenciável. E, Marcelo, tem esta magnífica chance de colocar em lume brando a sua candidatura a Presidente da República. A esquerda bate-lhe nas costas, como um amigo de longa data. Até o Bloco de Esquerda sai em defesa do professor. "Não se faz", repetem esquecidos de quando o professor era um "dominical pregador de intenções mesquinhas". Esquece-se o BE e esquece-se o país que toma as dores do professor. Esquece o país, que ele só está nesta situação porque se puseram a jeito e ele aproveitou.

A liberdade de expressão.
Onde começa e onde termina? Será que a máxima de, 'a minha liberdade termina quando interfere na liberdade dos outros', funciona também com o professor Marcelo?

A falta de contradição.
Nas suas viperinas afirmações e conclusões na TVI, aos domingos, há um professor que se esforça por moldar a mente de quem o escuta. Marcelo pode dizer que o símbolo químico da água não é H2O que haveria quem levasse em conta. Exageradamente, mas o cerne da questão é isto. É daí que vem o grave da coisa. Ninguém contrapõe o professor e ele passa a imagem de dono da razão.
Marcelo na TVI, mesmo dizendo a coisa mais disparatada do mundo, sai sempre com a imagem de quem diz a maior das verdades. Aparenta saber de tudo. E esses, os que demonstram saber tudo, regra geral, acabam por falhar. Tal como diz a apresentação deste blog, Marcelo até percebe da cultura de beterrabas no Burkina Faso. Porque põe cara disso.

Caso semelhante.
Quando José Sócrates e Santana Lopes tinham o seu 'tempo de antena' na RTP, a Alta Autoridade para a Comunicação Social, interveio. E porquê? Pelo que explicaram, porque debatiam ideias e mencionavam outros partidos sem que estes tivessem igual forma de se exprimir. Agora não se fez isso, mas o erro de Gomes da Silva também não é explicável por aí.

quarta-feira, outubro 06, 2004

Cartão vermelho origina despedimento 

Marcelo Rebelo de Sousa foi despedido da equipa do TVI F.C., pretensamente, por ter visto o cartão vermelho, na última partida em que participou, por injúrias ao árbitro. Segundo os responsáveis daquele emblema, este terá sido um motivo suficientemente forte para a rescisão do contrato com o atleta.
Contudo, fontes próximas bem informadas, sabem que o S.L. SIC poderá ser o destino deste craque que encanta alguns relvados, ao domingo, com os seus dribles e fintas magistrais.

Curiosidade consular 

Alerta-me uma amiga, que pretendia contactar com o Consulado de Nampula, em Moçambique, para o caricato endereço de e-mail do referido Consulado:
toyota.nampula@teledata.mz
É caso para ficar na dúvida se, por aqui, se contacta com o cônsul ou se se compra um automóvel...

segunda-feira, outubro 04, 2004

O professor ridículo 

No seu último comentário na TVI, no passado domingo, Marcelo Rebelo de Sousa criticou a tolerância de ponte, de hoje, concedida pelo Governo de Pedro Santana Lopes, dizendo que essa decisão "é pior do que o pior" do ex-primeiro-ministro António Guterres. Com esta nova farpa despropositada, Marcelo transformou-se, ainda mais, no professor ridículo, e sem capa de super-herói!...

Quebrar a ponte 

Trabalho e praia é, por vezes, uma óptima conjugação...

sexta-feira, outubro 01, 2004

A menina é esforçada ou é trabalhadora? 

Compta - volume de negócios anual médio de 28 milhões de euros.
ATX Software (desconhecida até ontem) - volume de negócios anual médio de 4,2 milhões de euros.

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